segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sobre a Amazônia

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Estado independente em Roraima



Artigo do Jornalista CARLOS CHAGAS . No portal www.claudiohumberto.com.br (de 27 Jul 10).
(Isto já era previsível)

Por Carlos Chagas

Era para ter sido manchete de seis colunas na primeira página, com direito a editorial, entrevistas variadas e repercussão imediata no Congresso. Infelizmente, a matéria ganhou um pé-de-página no final do noticiário político, aliás, página 17. Dirão uns estar o Congresso de recesso. Outros, que a sucessão presidencial prende muito mais as atenções.

Mesmo assim, louve-se a Folha de S. Paulo, que em sua edição de domingo, publicou pequena reportagem informando a existência de um relatório entregue pela ABIN à presidência da República, dando conta de que governos estrangeiros, ONGs e o Conselho Indígena estimula a criação de um estado independente em Roraima, com autonomia política, administrativa e judiciária. Trata-se da Reserva Indígena Raposa\Serra do Sol, onde há alguns anos cidadãos brasileiros só entram com a aprovação de ONGs alienígenas, região da qual foram expulsos fazendeiros plantadores de arroz.

A acusação não partiu de aventureiros, de grileiros ou de garimpeiros interessados em explorar aquele território entregue aos índios, 46% do estado de Roraima. Deveu-se à Agência Brasileira de Inteligência, instituição respeitada até por haver desfeito os erros e abusos de seu antecessor, o SNI.


A constatação é gravíssima, aqui e ali já denunciada especulativamente, mas agora inequívoca por sua origem. O relatório encontra-se no Gabinete de Segurança Institucional, funcionando no palácio do Planalto e diretamente subordinado ao presidente da República. Não pode ser descartado nem engavetado. Pelo contrário, deveria ser distribuído aos ministérios da Defesa, Relações Exteriores, Justiça e ao Congresso, para providências. Acima de tudo, porém, para conhecimento da opinião pública e das entidades da sociedade civil, como CNBB, OAB, ABI e congêneres.


O que se pretende em Roraima, com óbvia participação de governos estrangeiros e ONGs financiadas por multinacionais, é incrementar a escalada em curso: de reserva indígena passou-se a território autônomo, agora para estado independente e, logo, para nação soberana. Melhor dizendo, nações, porque são várias as reservas indígenas espalhadas pela Amazônia, quase sempre na fronteira.

Uma organização internacional qualquer poderá encarregar-se de reconhecê-las, no devido tempo, como repúblicas soberanas.


Índios com PHD na Holanda ou nos Estados Unidos seriam presidentes(?), as diversas etnias formariam os 'partidos políticos' e enviariam representantes para o 'Legislativo', a 'Suprema Corte' e penduricalhos.


O mais importante nessa farsa é que as 'nações indígenas', sem recursos, celebrariam convênios com as nações ricas e obsequiosas, encarregadas de prover o seu desenvolvimento através de contratos de concessão para exploração do subsolo rico em minerais nobres, do nióbio ao urânio. Sem esquecer a biodiversidade. Conseqüência natural seria que os 'irmãos do Norte' cuidassem também da defesa dessas nações, contribuindo com suas forças armadas.


Até pouco, nem governos nem elites nacionais davam atenção aos poucos alertas divulgados, fosse por ignorância, soberba ou más intenções. A partir de agora, não dá mais para empurrar a sujeira embaixo do tapete, risco tão óbvio quanto abominável. Com a palavra o presidente Lula!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Infeliz Datena

Ô Datena!!
Que infeliz, o teu comentário sobre os Presidentes da Venezuela, Bolívia e Equador, os Senhores Hugo Chaves, Evo Morales e Rafael Correa, respectivamente.
São eles, juntamente com o grande revolucionário Fidel, que estão enfrentando o verdadeiro inimigo dos povos irmãos da nossa América, os EUA.
Num futuro próximo, erguerão-se estátuas destes homens em comemoração à verdadeira libertação da América Latina.
Nestes respectivos países citados pelo infeliz Datena, com os seus respectivos atuais governos socialistas, estão acontecendo mudanças profundas na sociedade em prol da população.
A desigualdade diminue a cada dia, todos os índices mostram um importante avanço em todas as esferas da sociedade.
Para o infeliz do Datena o bom é ser escravo dos americanos, sendo submissos às suas políticas hegemônicas de dominação.
Acorda Datena!!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Contradição

Sites que informam sobre defesa nacional insistem na paranóia de que a Venezuela é nossa inimiga, ou pelo menos o fazem parecer que seja.
Grande contradição a deles e grande o sentimento de inferioridade.
É importante, diria até que imperial, que o Brasil invista em defesa nacional, são muitas as riquezas a defender, Amazônia, Amazônia Azul, Pré-sal, etc e complexas as condições geopolíticas do planeta.
Nisto pensamos igual. Então, porque não pensar na Venezuela amiga, a Venezuela que como nós brasileiros, passou o pão que o diabo amassou sob influência e manipulações das políticas externas do Governo americano e suas empresas multinacionais durante dezenas de décadas.
Um país que fora controlado por suas elites, apodrecidas pela ganância e o egoísmo social como ainda é o Brasil, a Venezuela hoje está em ascensão social e o sistema implantado pelo Governo é o mesmo que deveríamos implantar aqui, orientado para a integração dos povos com dignidade.
A luta que vejo ser travada pelo governo da Venezuela é a favor da distribuição mais justa de suas riquezas com o povo, impondo-se a interesses exteriores.
Nota-se na Venezuela uma sociedade menos individualista, mais politizada e mais convicta da importância da participação popular nas decisões políticas.
Vejo um governo que está trabalhando para engrandecer sua nação, priorizando suas atenções a quem mais precisa, os mais pobres e lutando com forças ocultas externas e internas para a manutenção de suas políticas.
A mesma importância que damos para o nosso investimento em defesa nacional, por nossos interesses nacionais, deve ser dada pela Venezuela, por sua defesa nacional e por seus interesses nacionais devido a termos os mesmos inimigos e as mesmas aspirações.
Somos povos irmãos, somos latinos, fomos vilipendiados pelos mesmos opressores e nossa luta deveria ser conjunta.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Esta gente de direita!

Em um site que escreve sobre defesa nacional dentre outros temas, nitidamente de ideologia de direita, sobre as relações do Brasil com a Venezuela, cita-se uma opinião de José Botafogo Gonçalves, Pres. do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), que fala o seguinte: O Pres. da Venezuela tem em seus projetos, tons totalitários, por defender a democracia plebiscitária em lugar da democracia representativa e é contrário a economia de mercado.
Analisemos o seguinte: No Brasil, onde temos democracia representativa, nossos “digníssimos” Deputados e Senadores que estão metidos até o pescoço em maracutaias são incapazes de levar adiante quaisquer mudanças no sentido de melhorar a situação do povo brasileiro. E o povo brasileiro, com este sistema “democrático representativo”, virou refém de seus representantes, e é incapaz de se unir para articular mudanças efetivas nos quadros dos partidos políticos que os representa e os representará no futuro, impossibilitando qualquer melhora significativa nos índices de desenvolvimento do Brasil.
Esta é a democracia representativa do Brasil e de outros países da América Latina.
Agora, se é ser totalitário, repassar diretamente ao povo, através de plebiscitos, a responsabilidade das mudanças necessárias para o bem estar da população...
Se é ser totalitário proteger as riquezas estratégicas da nação e seu povo indo em contra de um sistema que se provou fajuto, indecente, falido, claramente desfavorável à nação, como é este sistema de “economia de mercado”...
Se é ser totalitário fazer cumprir a constituição, nacionalizando com suas devidas compensações financeiras, setores estratégicos de uma nação...
O que é então, ter congressistas que só aprovam leis para benefícios deles próprios, dos oligarcas e das multinacionais americanas, que entregam nossas riquezas e empresas de setores estratégicos para interesses estrangeiros, como acontece aqui no Brasil?

Vai entender estes traidores de direita!!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Morreram a ética e a moral.

Luto! Mais uma vez.

Nesta quarta-feira, dia 01 de Julho de 2009 morreram a ética e a moral no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados Federais do Brasil.
O corporativismo e a conivência dos comparsas na reunião de julgamento de cassação do “nobre” Deputado Bandido Edmar Moreira o inocentaram.
Na República das Bananas, mais uma vez, o resultado foi uma bela pizza.
A nós, cidadãos, nos restam a indignação e o sentimento de impotência.
Que vergonha!!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Situação legal dos congressistas

Por: André Arbelo

Antes das eleições de 2010, todo cidadão tem a obrigação moral e cívica de pesquisar a situação dos parlamentares a serem votados tanto para Deputados como para Senadores.
Para isto, basta lincar ao lado, em links de interesse público, em Notícias do Congresso. No site do Congresso em Foco estão as relações de deputados e Senadores com processo em andamento no Supremo Tribunal Federal assim como lista de assiduidade etc.

Praticar a cidadania é um ato que deve ser feito com responsabilidade.
Então antes de votar, verifiquem em quem estão votando.

Na crise se cresce?

Por: André Arbelo

Na primeira Década do século XXI, a globalização, com tudo o que ela acarreta, somada a políticas neoliberais intransigentes por parte dos chamados países do primeiro mundo, trouxeram consigo conseqüências devastadoras aos seres humanos e ao meio ambiente; A chamada crise global.
Além dos efeitos colaterais reais propriamente ditos, o que agrava a situação dos povos é o pânico gerado pelos meios de comunicação que faz com que o cidadão e empresas sintam medo e incertezas quanto ao futuro, como se de uma pandemia se tratara; Pandemia de negatividade imaginária.
Na verdade a atual crise pela qual estamos passando não é uma crise financeira ou política e sim uma crise da Humanidade.
Nós brasileiros, em particular o trabalhador e as pequenas e médias empresas, que estamos 500 anos em crise, desde a chegada dos colonizadores, invasores, saqueadores e assassinos até os dias de hoje, estamos nos tornando mestres em dar soluções a diversas situações de crises de diversas naturezas.
É deste cenário negativo, como se de uma penitência se tratara, que emergem pessoas e instituições capazes de liderar o caminho ao crescimento, espiritual ou material.
São estes personagens, que ao atuarem com honestidade, justiça, moral, respeito à pessoa humana e empreendedorismo corajoso, inexoravelmente se tornam imunes às crises, crescem e fazem crescer.